| Brooklyn bridge |
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Things happen for a reason
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Some people have gone strangely crazy about Bar25
I really like Bar 25, and spent some of the greatest most wicked times of my life there. But some people have really gone crazy on it. Like, for example, people who have been there this year for the first time and call it "home". Most of them dont even know there was a lot more then a cool afterhour over there.
Sure the feeling of belonging is super cool, but some people go to a point it makes no sense. I will always admire and have enormous respect for the whole cultural thing developed in that special place, which Im thankful to have experienced it - something different from every place else I've ever been. And of course I would like it to keep the Bar forever in the same space near the Spree.
But some campaigns - who mostly don't really come from the Bar 25, using videos found on the internet- are pushin it so emotionally far it sounds not authentic. A small clip of mine was part of one of this videos published around and I have to state I have NOTHING to do with it. Plus, the soundtrack used in the video has nothing to do with Bar25 music or aesthetics. So I think would be cooler to leave it to those who really built, worked, know the whole thing and made that their lives tell the story now.
I would recomend everybody to watch "Feiern". May help losing the romantic heart-shaped glasses.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
LEDs para os olhos
Vocês sabem que a grama do vizinho é sempre mais verde, NE?
Pois é, então o legal no Japão é ser alto e ter olhos grandes, coisa que, obviamente, praticamente ninguém tem, mesmo com o numero alto de cirurgias de pálpebra que são feitas lá todos os anos. Nessa onda, conseguiram inventar algo bizarro, mesmo para os Japas: LEDs para os olhos!!!
Sim, num desfile, num show, é bem legal para compor a cenografia, escondendo essas estruturas parecidas com fones na roupa ou nos cabelos. Mas alguém vai sair com isso na rua? Ah, sim, quando as roupas da Lady Gaga pararem de chocar, pode ser o próximo artifício!
Vocês sabem que a grama do vizinho é sempre mais verde, NE?
Pois é, então o legal no Japão é ser alto e ter olhos grandes, coisa que, obviamente, praticamente ninguém tem, mesmo com o numero alto de cirurgias de pálpebra que são feitas lá todos os anos. Nessa onda, conseguiram inventar algo bizarro, mesmo para os Japas: LEDs para os olhos!!!
Sim, num desfile, num show, é bem legal para compor a cenografia, escondendo essas estruturas parecidas com fones na roupa ou nos cabelos. Mas alguém vai sair com isso na rua? Ah, sim, quando as roupas da Lady Gaga pararem de chocar, pode ser o próximo artifício!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Para não deixar meu blog as traças nesses meus tempos de formatura, vou postar sempre alguma recomendação de musica de hoje em diante.
Para quem não sabe, Hirtenfellner é o Sascha Braemer!
http://www.youtube.com/watch?v=hHKt2DmgUyA
terça-feira, 28 de outubro de 2008
a good definition of techno
Apesar das múltiplas influências, o techno não se parece com nenhuma delas. É uma musica abstrata, mental e hipnótica, que ativa a mente antes de ativar o corpo. Dançar passa a ser quase conseqüência lógica, um desdobramento corporal de estados mentais sonicamente produzidos.
Amorim, Luciana. In “Eletrônia: um continente político?”
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
SKOL BEATS - 27/09/08
Anyway, admito que nenhum Skol Beats vai superar o de 2006 – quando vi ao vivo um dos motivos de gostar de musica eletrônica, o Prodigy. Foi definitivamente um dos –senão O - ponto alto da minha adolescência.
Depois dos problemas de tumulto que aconteceram em 2006 (A VejaSP elegeu o Skol como o pior evento daquele ano – mas eu não vi uma confusão sequer),em 2007 a organização optou por dividir o evento em dois dias, outra decisão que gerou controvérsias.
Esse ano a organizava optou por um modelo faca-você-mesmo, uma jogada esperta, pois envolveu o público com o evento com bastante antecedência, permitindo votar – dentro de uma gama (oferecida por eles, claro) desde o line up, passando pelo tipo e tamanha de evento, Vjs que projetariam imagens e ate as ONGs que as latinhas coletadas seriam doadas. A votação resultou num evento bem menor – cerca de 14 mil pessoas compareceram. Como todos os eventos tem adquirido proporções megalomaníacas, achei até legal optar por algo reduzido. O numero menos de pessoas não surtiu efeito direto na estrutura do evento – foram 2 tendas mais o palco principal, além de restaurantes, lojas e espaços de convivência, e mais de vinte atrações.
Cheguei na festa bem cedo, por volta de 22h. Flow&Zeo tinham acabado de tocar na tenda terra – bummer! Encontramos uma amiga indo no sentido contrário ao da tenda Skol Beats, que estávamos nos direcionando. Ela avisou que estava fugindo pois, apesar da seleção musical estar ótima, o Noise estava sambando em todas as viradas. COMO ASSIM? Fomos conferir, e era tudo verdade! Para mim, só podia ser algum problema no retorno, porque o Anderson já tem experiência mais que demais para errar numa coisa dessas.
O Justice... bem, o Justice! Eu não gosto de maximal, pra começar. Tá, o Justice não é maximal? Enfim. Eles realmente fazem algo diferente. Eu só estava realmente ansiosa por duas músicas, mas me diverti horrores no show inteiro. Eles têm algo de heavy metal, desde a pose até a música.E aí não tem jeito, me pega mesmo, relembrando a minha adolescência metHAL. (If you`re no tinto methal, you are not my friend!)
Já o Dubfire... DUBFIRE! Era quem eu mais queria ver. Toco algumas tracks dele e tenho achado o trampo dele incrível, muito bom mesmo! O set do cara fez valer minha viagem de OITO horas de ônibus! Olha a moral, hein??
Eu queria ir embora antes de ver o sol, mas um amigo ficou procurando outro amigo e acabou amanhecendo. E pior, vi o maldito sol nascer no palco principal, onde o maldito Armin Van Buuren (afffffff top #1 DJMAG MY ASS) tocava para um monte de pós fritos!
Meu deus, vi ele tocando a uns dois anos atrás, e achei ruim, mas não tão ruim! E não fiquei mais chata, eu já era na época.
Amigos localizados, partimos para o D-Edge, na esperança das tão-prometidas atrações-surpresa no line-up. E... surpresa! Não apareceu ninguém! Quando se promete muito, não acontece mesmo nada!
Difícil mesmo de superar é o after do ano passado, quando a Miss Kittin tocou por horas e horas sem parar, na caixinha escura e fora do tempo que é o clube. Para se ter uma idéia, no ano passado deixei o D-Edge as oito da noite de domingo! Dessa vez, entrei as oito da manha, e ao meio dia já tinha ido embora. Dizem que um dos mocinhos do Justice pintou por lá, mas nem chegou perto das pick-ups. Como nem o dono do clube estava lá, já dava pra sacar que não tinha muita coisa para acontecer.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
EUPHORIA - 20/09/08
Pois bem, sim, eu estava psicologicamente preparada. Chegamos na festa cedo, por volta de 23h. Era obrigatória a contribuição de 1kg de alimento, ou o pagamento de uma taxa. E lá vamos nos para o fim da mega fila de pagamento, enquanto alguns queridos cariocas furam a fila na nossa frente sem o mínimo pudor. Ainda na fila, adivinha? Começou a choveeer! Chuvinha fina, mas daquelas de deixar qualquer um encharcado e mal humorado para o resto da festa.
Eu, mais uma vez, me surpreendi com minha pré-preparação. Saquei da minha blusa-mochila uma capa plástica de chuva e meu ipod. Nada podia atrapalhar meu humor! :D
Quando a saga para entrar na festa finalmente acabou, fui assistir o Olivier Giacomotto.
O som foi um pouco repetitivo, mas mesmo assim interessante e divertido. Não tanto quanto assistir o DJ francês fazer vídeos do público com sua câmera digital, que sempre terminavam com um zoom nele mesmo – dava pra sentir que o cara tava alimentando o ego dele big time! Deve ter bombado horrores quando voltou pra casa.
Nunca tinha escutado o Myles Dyson e gostei muito.
Vi o Emok tocando pela segunda vez, e por mais que eu não seja fã de progressivo, tem algo diferente no som dele. É groovy e não deixa cair para aquela atmosfera repetitiva que sinto com muito progressivo em seqüência. Pra mim, no geral é som de fim de festa, para preparar a galera para ir embora.
Anyway, das tracks do Emok (que ele assina Maelstrom) geralmente não gosto – mas o DJ set dele foi definitivamente aprovado!
Na volta para casa, novo perrengue. A van não chegava e ficamos na chuva na beirada da estrada, quase sendo atropelados mil vezes por fritinhos ao volante.
Minha capa de chuva e meu Ipod entraram em cena novamente, assim como meu bom humor. Nada como ir a uma festa esperando pelo pior. :D
